Descrevo a seguir algo que ocorreu comigo enquanto possuía um alto cargo na gerência de uma importantíssima empresa.
Certa manhã, após tirar minhas meias e acomodar meu corpanzil em uma cadeira de couro reclinável na minha sala, fui informado sobre a gradual impertinência de um funcionário que repetidas vezes trabalhava com vestimentas inapropriadas para os rígidos padrões da importantíssima empresa para a qual eu prestava inestimáveis serviços.
Fui incumbido pela direção de tratar com o funcionário atrevido, informando-lhe sobre sua inevitável demissão caso não revisse seu comportamento.
Encontrei-o próximo do microondas, e enquanto esperava sua coxinha esquentar, tratei sobre a questão de modo sincero, transparecendo o que sentia diante daquilo tudo.
- Vou te contar, cara! Mas veja, só faço isso porque eu realmente gosto de você, mesmo você sendo um perfeito bocó. Minha leitura estaria errada a seu respeito?
- Poxa vida, meu! Creio que não, sou bocózão mesmo, não é?
- Pois sim! Mas deixemos isso para lá, ouviu? Para lá!
- Sim, para lá, para bem longe, muito longe mesmo!!
- Isso! - acrescentei, suavemente, enquanto tentava acalmar, suavemente, sua excitação com carícias leves, e muito suaves mesmo, da minha mão importantíssima.
Prossegui após pouco, e de maneira suave:
- Sabe, você está realmente muito elegante vestindo esse suspensório branco, esse chapéu de palha velho, com esse muito bem delineado bigode desenhado à caneta azul, mas...
- Eu gosto muito dele! - interrompeu, contente com minhas palavras. - Eu também gosto de usar essa calcinha que estou usando agora. É muito pequena para a minha bunda e meus bagos, mas eu gosto. Me sinto especial com ela! - confidenciou, revelando em cada sílaba uma maravilhosa capacidade de encher a humanidade de uma robusta repulsa.
- Você está de calcinha? questionei, descrendo na informação.
- Sim, gostaria de ver? - Meu pai diz que eu fico muito atraente quando uso.
- .....seu p-pai... !? - gaguejei.
- Sim!! E muito! Muitas vezes nós dançamos juntos. Ele também usa. Aliás, estava com ele quando eu entrei na sua casa e roubei essa da gaveta da sua filha...
Certa manhã, após tirar minhas meias e acomodar meu corpanzil em uma cadeira de couro reclinável na minha sala, fui informado sobre a gradual impertinência de um funcionário que repetidas vezes trabalhava com vestimentas inapropriadas para os rígidos padrões da importantíssima empresa para a qual eu prestava inestimáveis serviços.
Fui incumbido pela direção de tratar com o funcionário atrevido, informando-lhe sobre sua inevitável demissão caso não revisse seu comportamento.
Encontrei-o próximo do microondas, e enquanto esperava sua coxinha esquentar, tratei sobre a questão de modo sincero, transparecendo o que sentia diante daquilo tudo.
- Vou te contar, cara! Mas veja, só faço isso porque eu realmente gosto de você, mesmo você sendo um perfeito bocó. Minha leitura estaria errada a seu respeito?
- Poxa vida, meu! Creio que não, sou bocózão mesmo, não é?
- Pois sim! Mas deixemos isso para lá, ouviu? Para lá!
- Sim, para lá, para bem longe, muito longe mesmo!!
- Isso! - acrescentei, suavemente, enquanto tentava acalmar, suavemente, sua excitação com carícias leves, e muito suaves mesmo, da minha mão importantíssima.
Prossegui após pouco, e de maneira suave:
- Sabe, você está realmente muito elegante vestindo esse suspensório branco, esse chapéu de palha velho, com esse muito bem delineado bigode desenhado à caneta azul, mas...
- Eu gosto muito dele! - interrompeu, contente com minhas palavras. - Eu também gosto de usar essa calcinha que estou usando agora. É muito pequena para a minha bunda e meus bagos, mas eu gosto. Me sinto especial com ela! - confidenciou, revelando em cada sílaba uma maravilhosa capacidade de encher a humanidade de uma robusta repulsa.
- Você está de calcinha? questionei, descrendo na informação.
- Sim, gostaria de ver? - Meu pai diz que eu fico muito atraente quando uso.
- .....seu p-pai... !? - gaguejei.
- Sim!! E muito! Muitas vezes nós dançamos juntos. Ele também usa. Aliás, estava com ele quando eu entrei na sua casa e roubei essa da gaveta da sua filha...
