Frangos
fervilham nas fornalhas. Fantásticos flamingos forrados de fibras de firmes
falhas farmacêuticas flauteavam formando filas nos Flamboyants de folhas
flabeladas. Filhos e filhos, finitas farsas, fingindo, falseiam a fartura de
feijões que formigam fáceis de faltar. Fora, francamente fora, fadas fabricadas
fitam a fraqueza da franqueza. Fora, francamente fora, mas acima, francamente
acima, flocos de farpas flageladas e flácidas ficções fumegam flatos no feto
acima das fezes fervendo e falamos nas facilidades e futilidades fincadas em
finas fitas fascinando favas, fétidas fazendas e faxinas. Fagulham
femininas frutas, fractais focas fulminantes fervem em filmes. Porque não ficas e fracassas fielmente comigo? E estrelas
espúrias e ensopadas esfarelam-se entalhadas em enciclopédias educacionais, enquanto
erigem-se enfermeiros empalhados, enciumados e endiabrados, que ensopam de
ebola Eva e Edens, espantalhos evocam eternidades enfraquecidas e
embaralham as esperadas empanadas especiais da escrava enegrecida. E por
fim, astros bissexuais carcomem-se diariamente; figos grandiosos,
hediondos, invadem jantares lamentosos maldizendo nebulosas operadas por
queijos rindo suplícios tal uma viúva xexelenta zumbi.
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O Pardal Imoral
O Pardal é pardal vivido, sofrido, calejado, e "impenetrável", como ele mesmo afirma. Pardal já era pardal quando boa parcela dos meninões ainda queria ser jogador de futebol, mas brincava de Barbie escondida no banheiro. O Pardal já hipnotizou peixes-bois com "sucesso parcial", como ele mesmo gosta de salientar; já comeu o próprio RG ante a mais das irremediáveis fomes; já fracassou hérculeamente ao tentar amamentar uma anão para angariar fundos para um excursão à Cabreúva e gosta de adjetivos feminos.
Por Guilherme Abati.
