As pendências balouçavam em meu papo inflado como provetas aladas destituídas dos rumores do bater de asas das flores estacadas na terra lamacenta e lamuriosa e queijos coalhos vendidos por caolhos cheirando a couves-flores de Parma misturavam-se ao fedor do suor rançoso do milho e das estripulias femininas capazes de trazer um estado de semi-rigidez temporal ao meu pênis carente de afagos e beijos babados.
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“E todas essas meninas”, pensei comigo, enquanto descabaçava a casca danada de um pistache com os dentes podres, “bamboleando as bundas rumo o trabalho, para sentá-las contra cadeiras semi-estofadas por horas enquanto açoitam suas retinas com frases venenosas as quais reportam minuto a minuto nossa vexatória atuação sobre a face de Terra. Centenas de milhares de belas nádegas, embaladas em vestidos suaves, que nasceram para escutar o som bronzeando de suas bochechinhas rubras e lisas sendo torradas com carinho maternal pelo Soile, sendo sufocadas até a semi-consciência contra um produto de terceira”.
Ô, negada linda de meu deus, feita com pinceis novos, tinta importada de Florença e esporrado num gemido gutural contra tela trançada com pelos pubianos de rainhas e princesas, vamos nos aconchegar together e construir caiaques resistentes para remar contra a quilométrica queda d’água que nós separa da tranquilidade alucinada, do cérebro fervilhantes de informações e conexões, das histórias que revelam nossa origem, destino e razão.
Uma pina colada com rum é o que basta para esse regurgito textual. Um brinde.
